Este é um excelente exemplo da providência divina para com as aves do céu, que foram criadas pelo próprio Deus. Ao observá-las, aprendemos muito: existem inúmeras espécies de aves, cada uma recebendo alimento adequado às suas necessidades. Nunca vemos uma ave passando fome, nem mesmo durante o inverno. Se nos é tão fácil reconhecer isso, por que tantas vezes duvidamos do cuidado de Deus para conosco? Por que permitimos que a ansiedade domine o nosso coração?
Os homens, com frequência, caçam aves para se alimentar delas, mas raramente as aves recebem sustento direto dos seres humanos. Ainda assim, são cuidadas e mantidas pelo Pai celestial. Mesmo sem semear, colher ou armazenar em celeiros, todos os dias elas recebem provisão. Instintivamente, não se preocupam com o amanhã, e isso lhes permite expressar, com o melhor que têm, louvor ao Criador. Já parou para pensar que o canto dos pássaros é uma bela manifestação de gratidão e alegria?
Após ensinar sobre a providência divina, Jesus faz uma pergunta direta e profunda:
“Observem as aves do céu: não semeiam, não colhem, nem ajuntam em celeiros; contudo, o Pai celestial as alimenta.”
(leia Mateus 6:26a)
E, em seguida, conclui:
“Não têm vocês muito mais valor do que elas?”
(leia Mateus 6:26b)
Certamente, sim. Embora as aves sejam criaturas admiráveis que cruzam os céus, nós somos filhos amados de Deus, nosso Pai celestial. Se Ele cuida e provê para as aves, quanto mais cuidará de nós. Por isso, somos chamados a viver em gratidão pela Sua constante provisão, sem permitir que a ansiedade com as preocupações deste mundo roube a nossa alegria, diminua o nosso contentamento ou silencie o nosso louvor.
“Cantem ao Senhor com ações de graças; louvem o nosso Deus ao som da harpa. Ele cobre o céu de nuvens, prepara a chuva para a terra e faz crescer a relva nos montes. Ele dá alimento aos animais e aos filhotes dos corvos quando clamam.”
(leia Salmos 147:7–9)

