"Após a ressurreição, os discípulos tinham visto Jesus diversas vezes em Jerusalém antes de se dirigirem para onde Ele os havia instruído - uma montanha na Galileia. Quando O avistaram novamente, eles O adoraram, embora alguns presentes ainda duvidassem. É importante lembrar que, mesmo entre aqueles que adoram com sinceridade, pode haver alguns com fé imatura e inconstante. Além disso, é bem possível que, em algum momento, nós mesmos possamos estar entre aqueles que duvidam. Portanto, oremos e vigiemos!
Antes de comissionar seus discípulos, Jesus expressa palavras significativas que evidenciam sua autoridade suprema:
“Todo o poder me foi dado no céu e na terra”
(Mateus 28:18)
Ao proferir tais palavras, Ele reitera sua posição universal como Mediador, a qual não foi obtida de forma ilícita, mas sim concedida pelo Deus Pai. Como Deus e igual ao Pai, Jesus possui de forma original e essencial todo o poder. Entretanto, como Mediador e Deus-homem, Ele recebeu todo o poder sobre toda a carne, a fim de conceder vida eterna a todos que lhe foram dados (leia João 17:2), garantindo assim a efetiva realização da nossa salvação.
Cristo é o Senhor absoluto de tudo e de todos (leia Atos 10:36). Efésios 1:20–21 (leia Efésios 1:20–21) afirma que todos os anjos são seus servos submissos. Além disso, Cristo possui o poder da intercessão junto ao Pai, graças à sua perfeita propiciação e expiação (leia Romanos 8:34). Ao aplacar a ira divina e satisfazer a sede de justiça de Deus, Cristo exerce sua autoridade sobre os homens, persuadindo-os e reconciliando-os com o Pai (leia 2 Coríntios 5:18–19). Cristo é o Supremo Mediador e Governador, sendo todas as almas subordinadas a Ele (leia Isaías 9:6–7; Ezequiel 18:4; 1 Timóteo 2:5). É por isso que, em Filipenses 2:10–11, está escrito:
“Diante do Nome de Jesus, todo o joelho dos que estão nos céus, e na terra, e debaixo da terra, e toda língua confessará que Jesus Cristo é o Senhor, para glória de Deus Pai”
(Filipenses 2:10–11) "

