O evangelho segundo João oferece um testemunho claro da divindade de Cristo, apresentando-O como a Palavra eterna, o Messias e o Filho de Deus. Por meio de sua morte e ressurreição, Jesus concede salvação a “todo aquele que nEle crê”. Para explicar a realidade da nova vida em Cristo, João narra a conversa entre Jesus e Nicodemos, na qual é enfatizada a importância do novo nascimento (leia João 3:3, 5–7). Ou seja, a condição para entrar no Reino de Deus é ser “nascido da água e do Espírito”, isto é, a regeneração.

A vida material vem de pais humanos; a vida espiritual vem de Deus, por meio do Filho e do Espírito Santo. Para tornar isso ainda mais claro, Jesus cita a passagem da serpente levantada por Moisés no deserto (leia Números 21:4–9), fazendo referência direta à Sua morte na cruz. O destino do povo israelita era a morte, pois haviam sido picados pelas serpentes. A serpente de metal foi levantada numa haste para que todo aquele que olhasse para ela pudesse viver. Embora tivesse a forma de uma serpente, ela não possuía o seu veneno. E qual a relação entre a serpente de metal e Cristo?

Jesus, o Filho do Homem, tinha semelhança de carne pecaminosa, mas não tinha pecado, não conheceu pecado e não cometeu pecado (leia Romanos 8:3; 2 Coríntios 5:21; Hebreus 4:15; 1 Pedro 2:22). Como a “serpente de metal”, o nosso Senhor e Salvador Jesus, o Cristo, foi pendurado e crucificado no madeiro (leia 1 Pedro 2:24), “para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (leia João 3:16).

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