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Alguns cristãos judeus de Jerusalém foram até a cidade de Antioquia da Síria e começaram a exigir que os gentios convertidos daquela região se circuncidassem, alegando que “não poderiam ser salvos” sem essa prática. Alguns fariseus também apoiaram essa exigência, insistindo que os gentios deveriam ser circuncidados e obedecer à lei de Moisés (leia Atos 15:5).

No entanto, ficou evidente que nem mesmo os judeus conseguiam cumprir integralmente o que exigiam dos gentios (Atos 15:10). No evangelho segundo Mateus, no capítulo 23 (leia Mateus 23), podemos ler como o Senhor Jesus já havia repreendido os fariseus por sua hipocrisia.

Com base nessas narrativas, é importante ter cuidado pois, nos dias atuais, muitos religiosos, disfarçados com uma falsa piedade, podem impor fardos pesados demais sobre os recém-convertidos. Ao invés de encorajá-los, acabam sobrecarregando essas pessoas em relação à fé cristã, tornando o que deveria ser graça em peso insuportável.

Portanto, devemos lembrar que não existe uma forma de salvação exclusiva para judeus e outra para gentios, porque:

“Cremos que seremos salvos pela graça do Senhor Jesus Cristo, como eles também.”

(Atos 15:11)

O apóstolo Pedro estava afirmando que tanto os circuncisos quanto os incircuncisos creem para a salvação. Assim como a circuncisão não traz vantagem aos judeus, a incircuncisão também não deve ser considerada uma desvantagem para os gentios. A razão para isso é que tanto judeus quanto gentios dependem exclusivamente da graça do Senhor Jesus Cristo para a salvação.

“Porque, em Jesus Cristo, nem a circuncisão nem a incircuncisão tem valor algum; mas sim a fé que opera pelo amor.”

(Gálatas 5:6)

Como cristãos, devemos ser parceiros no evangelho, unidos pelo evangelho e viver em prol do evangelho. Devemos eliminar os falatórios inúteis, abandonar ambições egoístas e disputas insignificantes para preservar a harmonia na igreja — mas não a qualquer custo!

Essa harmonia deve ser alimentada e mantida por meio da pregação bíblica fiel, pois as controvérsias podem trazer consigo falsas doutrinas que podem se espalhar “como gangrena” se não forem combatidas com a verdade da Palavra de Deus (leia 2 Timóteo 2:17).

Portanto, cuidado com as controvérsias! Elas podem se apresentar disfarçadas de expressões como “devemos ter a mente aberta!” ou “celebremos a diversidade!”, mas não encontramos nada semelhante no Evangelho.

Aprenda a distinguir entre as leis cerimoniais da antiga aliança e as leis morais eternas reveladas por Deus. Enquanto as leis cerimoniais foram cumpridas em Cristo, as leis morais permanecem obrigatórias para todas as pessoas.

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