A consequência da manifestação do amor de Deus por nós ao enviar seu Filho unigênito é: “nós também devemos amar uns aos outros”. E o propósito deste amor recíproco é claro: quando amamos uns aos outros, demonstramos que Deus está em nós, e que através desse amor somos aperfeiçoados. Mas... como Deus está em nós se o versículo também afirma que “ninguém jamais viu a Deus”?
Deus está em nós, não por uma presença visível, mas pelo seu Espírito. O Deus invisível torna-se visível em nós pela prática do amor. Quando amamos uns aos outros, Deus, que é amor, permanece em nós e seu amor em nós é aperfeiçoado através do seu Espírito. O mesmo Deus que demonstrou o seu amor enviando seu Filho unigênito – que nasceu, cresceu, morreu, ressuscitou ao terceiro dia, ascendeu ao céu e prometeu que virá buscar a sua Igreja – não nos deixou órfãos enquanto esperamos, mas “nos deu do seu Espírito”! O próprio Jesus já havia declarado:
“Se vocês me amam, obedecerão aos meus mandamentos. E eu pedirei ao Pai, e ele dará a vocês outro Consolador para estar com vocês para sempre, o Espírito da verdade. O mundo não pode recebê-lo, porque não o vê nem o conhece. Mas vocês o conhecem, pois ele vive com vocês e em vocês. Não os deixarei órfãos; voltarei para vocês.”

